RESUMO
Este documento é baseado na revisã de práticas participativas para a zona costeira e marinha brasileira. Desde a Constituição Nacional de 1988, instrumentos e políticas públicas foram desenvolvidos para fomentar a participação social na gestão costeira e marinha. Novos atores, iniciativas, práticas e redes de colaboração abriram caminhos para o engajamento social. Os processos participativos das últimas décadas evidenciam conquistas e desafios- No entanto, à medida que o novo milênio avança, uma frágil infraestrutura institucional ameaça a participação na gestão, em particular o envolvimento de atores com menos recursos e poder que, em última instância, arcam com os custos de uma gestão costeira impositiva (top-down).
Aqui, nós apresentamos os principais resultados de uma colaboração entre pesquisadores brasileiros e alemães que revisou e analisou práticas participativas de gestão e seus desdobramentos. Como a gestão costeora e marinha no Brsil evoluiu com relação à inclusão das populações mais vulneráveis, em especial dos usuários doretos dos recursos naturais?
Com base na análise de um conjunto de informações der diferentes projetos e reunindo a experiência dos autores, nós oferecemos recomendações a tomadores de decisão brasileiros, do nível local ao nível ncaional, e a outros atores nacionais e institicionais (como Agências de ONU, doadores, movimentos sociais). Com base na experiência brasileira, nossas recomendações também são relevantes para outros contextos de descentralização da gestão costeira e marinha.
Glaser M. and Yokoyama Xavier L. (2020) Recomendação a tomadores de decisão 2020/1 - Participação social na gestão costeira e marinha do Brasil: Lições aprendidas e caminhos a seguir https://dx.doi.org/10.21244/zmt.2020.002
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Title = {Recomendação a tomadores de decisão 2020/1 - Participação social na gestão costeira e marinha do Brasil: Lições aprendidas e caminhos a seguir},
Author = {Glaser, Marion and Yokoyama Xavier, Luciana},
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Year = {2020},
Doi = {https://dx.doi.org/10.21244/zmt.2020.002},
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Este documento é baseado na revisã de práticas participativas para a zona costeira e marinha brasileira. Desde a Constituição Nacional de 1988, instrumentos e políticas públicas foram desenvolvidos para fomentar a participação social na gestão costeira e marinha. Novos atores, iniciativas, práticas e redes de colaboração abriram caminhos para o engajamento social. Os processos participativos das últimas décadas evidenciam conquistas e desafios- No entanto, à medida que o novo milênio avança, uma frágil infraestrutura institucional ameaça a participação na gestão, em particular o envolvimento de atores com menos recursos e poder que, em última instância, arcam com os custos de uma gestão costeira impositiva (top-down).
Aqui, nós apresentamos os principais resultados de uma colaboração entre pesquisadores brasileiros e alemães que revisou e analisou práticas participativas de gestão e seus desdobramentos. Como a gestão costeora e marinha no Brsil evoluiu com relação à inclusão das populações mais vulneráveis, em especial dos usuários doretos dos recursos naturais?
Com base na análise de um conjunto de informações der diferentes projetos e reunindo a experiência dos autores, nós oferecemos recomendações a tomadores de decisão brasileiros, do nível local ao nível ncaional, e a outros atores nacionais e institicionais (como Agências de ONU, doadores, movimentos sociais). Com base na experiência brasileira, nossas recomendações também são relevantes para outros contextos de descentralização da gestão costeira e marinha.},
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TY - RPRT
AU - Glaser, Marion
AU - Yokoyama Xavier, Luciana
TI - Recomendação a tomadores de decisão 2020/1 - Participação social na gestão costeira e marinha do Brasil: Lições aprendidas e caminhos a seguir
PY - 2020
DO - https://dx.doi.org/10.21244/zmt.2020.002
AB - RESUMO
Este documento é baseado na revisã de práticas participativas para a zona costeira e marinha brasileira. Desde a Constituição Nacional de 1988, instrumentos e políticas públicas foram desenvolvidos para fomentar a participação social na gestão costeira e marinha. Novos atores, iniciativas, práticas e redes de colaboração abriram caminhos para o engajamento social. Os processos participativos das últimas décadas evidenciam conquistas e desafios- No entanto, à medida que o novo milênio avança, uma frágil infraestrutura institucional ameaça a participação na gestão, em particular o envolvimento de atores com menos recursos e poder que, em última instância, arcam com os custos de uma gestão costeira impositiva (top-down).
Aqui, nós apresentamos os principais resultados de uma colaboração entre pesquisadores brasileiros e alemães que revisou e analisou práticas participativas de gestão e seus desdobramentos. Como a gestão costeora e marinha no Brsil evoluiu com relação à inclusão das populações mais vulneráveis, em especial dos usuários doretos dos recursos naturais?
Com base na análise de um conjunto de informações der diferentes projetos e reunindo a experiência dos autores, nós oferecemos recomendações a tomadores de decisão brasileiros, do nível local ao nível ncaional, e a outros atores nacionais e institicionais (como Agências de ONU, doadores, movimentos sociais). Com base na experiência brasileira, nossas recomendações também são relevantes para outros contextos de descentralização da gestão costeira e marinha.
ER -